segunda-feira, 3 de outubro de 2016

LPI - Música: Entrevista com a cantora e compositora Erikka Rodrigues


            Nova Jersey, USA, segunda-feira, 3 de outubro de 2016

A Estrada de Sucesso de Erikka Rodrigues



     Na série de entrevistas com estrelas do fascinante universo da música, figura nesta edição a cantora Erikka Rodrigues, uma das mais ecléticas do país, revelada no programa de calouros do apresentador Raul Gil, quando era levado ao ar na Rede Record, representando um marco da MPB no limiar do século 21, fazendo despontar para a fama nomes que se consagraram no cenário musical do país.

   Conhecida nacionalmente por ter uma das vozes mais potentes e afinadas do país, Erikka Rodrigues, que também é compositora, nasceu na Grande São Paulo, ingressando muito cedo no panorama musical. Seu pai era profissional desse ramo artístico e contratava fenômenos do gênero sertaneja da época, como Theodoro e Sampaio e outros, para espetáculos em eventos diversos.  Surpreso ao constatar que a filha cantava as músicas desses ídolos com muito estilo, afinação e, principalmente, personalidade artística, percebeu que a pequena Erikka trazia de berço a vocação para a arte de cantar e interpretar.  Nesse primeiro contato com a música, Erikka consolidou a base em função da qual se tornaria reconhecida, mais tarde, em um programa de televisão.  Ganhou destaque na mídia ao se tornar, mediante brilhantes interpretações, uma das vencedoras do Programa Raul Gil, onde se destacou, sob aplausos e repetidos elogios do júri, interpretando canções de sucesso, como hits de Whitney Houston, Celine Dion, Bruno e Marrone, entre outras. A partir dessa etapa exitosa, sua carreira deslanchou, culminado com a gravação de seu primeiro CD de músicas românticas,  lançado pela Warner  Music, em 2002, vendendo mais de 80 mil cópias. Depois desse "pontapé inicial" na carreira, Erikka começou a sentir-se cada vez mais próxima da escalada para o sucesso e apaixonou-se pelos musicais, passando a trabalhar ao lado de renomados artistas do teatro brasileiro, como o diretor 'global' Wolf Maya, em "Musical dos Musicais" (2005,) e com a diva do teatro brasileiro Bibi Ferreira,  em "Emoções que o tempo não apaga", naquele mesmo ano.

     Revelando sua versatilidade, Erikka elaborou, em 2010, o projeto de música eletrônica, junto à gravadora Warner Music, denominado "Supernova", em função do qual invadiu as pistas de dança, lançando dois singles eletrônicos que, juntos, alcançaram mais de 600 mil visualizações no youtube. Por conta desse projeto, Erikka rodou o Brasil, em 2010 e 2011, com uma bem sucedida turnê.
Em 2012, após ser contratada para um show na Feira agropecuária em que seu pai trabalhara, agenciando espetáculos, Erikka decidiu dedicar sua carreira à música sertaneja, resgatando assim suas origens e agregando todo o seu aprendizado das apresentações anteriores, como a dança e a sonoridade pop, consolidando assim uma nova etapa na carreira. A música "Só que não", com lançamento pela Sony Music, marca a volta da cantora ao estilo que sempre a influenciou e a colocou no cenário musical: o Sertanejo. Erikka lança mais singles no primeiro semestre deste ano, bem como o álbum, um promo com duas músicas e um vídeo clipe. O misto de simpatia, beleza e carisma, que constitui a extraordinária performance de palco de Erikka Rodrigues, fazem da cantora uma das mais apreciadas artistas do gênero no país. Consciente disso, Erikka disponibilizou gratuitamente, em seu site oficial e em sua fanpage, no facebook, duas de suas músicas de maior sucesso: "Só que não", lançada pela Sony Music, que surgiu de uma brincadeira muito disseminada na Internet (dizer algo e logo negar, contradizendo a expressão). A nova versão ganhou uma nova roupagem ao passar pelas mãos do experiente produtor musical Laércio da Costa, que está produzindo seu novo CD, a ser lançado oportunamente. Laércio foi produtor musical de duplas conhecidas como Fernando e Sorocaba e Thaemme e Thiago.

    Erikka vai lançar neste ano mais singles um álbum completo Mergulhando ainda mais nas expressões virtuais, a cantora paulistana coloca em realce na sua arte outros termos conhecidos como "hashtags", palavra-chave relevante em um assunto ou tema veiculado na Internet. A outra música, "Bandida", com mais de 520 mil visitações, também pode ser baixada através do site, podendo ser canalizada para o celular, em versão ringtone. Acerca desse procedimento, Érikka diz textualmente: "Me inspiro muito no que 'tá rolando' na Internet; não passo um dia sem postar fotos ou trocar mensagens com os fãs". O êxito desse trabalho, expresso em forma de sucesso, deve-se também ao excelente nível de produção dos shows e ao trabalho competente dos empresários envolvidos na preparação da cantora, que alcança o 'status' de uma verdadeira musa do Pop Sertanejo, respaldada pela eficiência do Escritório 7 Notas. Mercê desse conjunto de valores agregados, Erikka Rodrigues transita com sua arte musical no primeiro escalão da música brasileira.
Nesse contexto artístico, tornou-se alvo da admiração do consagrado cantor Agnaldo Rayol, que a convidou para cantar no show de lançamento de seu DVD "Agnaldo Rayol e Amigos", realizado nos dias 16 e 17 de julho, no THEATRO NET RIO, em Copacabana, espetáculo comemorativo aos 53 anos de carreira do grande cantor. Além de dividir o palco com  Agnaldo, em shows e na televisão, Erikka tem na pessoa desse ídolo brasileiro um verdadeiro amigo, sempre disposto a emprestar seu enorme prestígio no sentido de contribuir para o crescimento profissional da amiga, de quem se confessa um admirador. 

 Erikka Rodrigues responde:
 

A partir de que idade você descobriu sua vocação para ser cantora ?
R: A idade ao certo não sei, mas logo que aprendi falar percebi que podia cantar.


Quando e onde você começou a cantar  e qual era o gênero musical  preferido na época?
R: Em 2000 comecei cantar na igreja e desenvolver minha voz. Ouvia muito Whitney Houston, Zezé di Camargo e Luciano e Michael Jackson. Sempre fui eclética, ouço de tudo e gosto de cantar tudo.

Você acha que, atualmente, está mais fácil conseguir espaço no cenário musical, cantando solo ou em dupla ?
R: Acho que esse fator não determina o espaço a ser conquistado. Acredito que a verdade do artista o leva onde ele pretende chegar, seja dupla ou solo.

Dentre todas as músicas que já cantou, qual a que mais marcou sua carreira ?
R: Algumas músicas traduzem exatamente o que o artista sente no momento e acho que isso toca ainda mais o público. É o caso de "Abandonada" e "Bandida" que são músicas de intenções completamente diferentes e ambas marcaram.

Mesmo depois de ter conquistado seu espaço profissional como cantora, você ainda sente algum nervosismo ao pisar no palco ?
R: Sim, isso é normal e faz o prazer de estar no palco ainda mais gostoso.

Não raro, você divide o palco com nomes consagrados da música brasileira. Com qual deles você se sente mais à vontade, podendo até chamá-lo de amigo ?
R: Agnaldo Rayol é um amigo, além de um ídolo. Acho que a química entre nós fluiu muito bem, isso deixa sim a interpretação mais solta.

Você acha que os festivais de música, como os das décadas de 1960, 1970 e 1980, estão fazendo falta para abrir novas oportunidade no cenário da MPB ?
R: Sempre pesquisei e ouvi falar sobre a importância desses festivais. Acho que participei de um "festival", porque não considerei  o Programa Raul Gil como um concurso de calouros. Nunca ganhei dinheiro, não disputei um prêmio, apenas queria ser ouvida e acabei sendo contratada por uma gravadora. Acho que seria interessante a volta do modelo "Festival", onde os compositores pudessem mostrar seus trabalhos e os  intérpretes pudessem ser reconhecidos, mas gosto da  linguagem do "The voice", acho que tem uma magia próxima do que eu vivi.
    

Que avaliação você faz do nível das músicas produzidas hoje no Brasil. As considera ótimas, boas, razoáveis ou ruins ?
R: Produção é uma coisa que envolve tempo e dedicação. Muitas vezes os profissionais envolvidos na construção de uma musica não pensam em deixá-la o melhor possível, pois o tempo corre e outros trabalhos precisam ser feitos. Como uma produção em série, onde a caixa esta pronta e o produto precisa entrar ali. O nível só aumenta quando produtor/ artista / empresário se interessam por isso. Eu sou totalmente a favor do funk, do pagode, do sertanejo e dos ritmos populares do Brasil;  defendo isso no meu próximo CD. Tudo pode ter qualidade desde que seja feito com dedicação.


Como ex-caloura, você acha que a seleção nos programas de calouros obedece a critérios totalmente justos ?
R: Para entrar num programa de TV que julga cantores é necessário ter bastante coragem. Se submeter ao julgamento e às justiças e injustiças que podem acontecer. No fim, é um grande aprendizado, faço um balanço bom do que aconteceu comigo.


Você se sentiu injustiçada, alguma vez, participando de programa de calouros  ?
R: Não. Só participei de um na verdade, o que me projetou com muito respeito diante do publico.

Acha possível a um cantor novato alcançar o sucesso sem pagar jabá nos principais programas de rádio e televisão ?
R: Acho.


A vida artística é muito atribulada. Mesmo assim, sobra um tempinho para dedicar-se ao lazer e à família?
R: Sim, eu preciso fazer ter,  porque se não tiver convivência com eles perco a inspiração. Tudo gira em  torno deles.

Considera satisfatório o apoio dispensado pelo Ministério da Cultura à arte musical brasileira ?
R: Acho que um país sem cultura é limitado. É importante que a lei Rouanet beneficie mais projetos, mas sou a favor de que sejam criados outros modelos que sejam mais próximos dos artistas da periferia.

Tendo despontado para a fama num Quadro do  Programa Raul Gil, na Record, você considera suficiente o apoio recebido da produção, no sentido de alavancar sua carreira ?
R: O compromisso do programa não era esse e eu sabia. Era um programa de TV, uma vitrine. Eu mesma corri atrás do meu  crescimento artístico com o apoio de um amigo que custeou minhas aulas no teatro. O teatro me abriu portas, fiz dois musicais e fui  dirigida por Wolf Maya e Bibi Ferreira. O convite para participar do DVD do Agnaldo Rayol veio dele mesmo, que me assistiu num desses musicais.  Fiquei um tempo sem gravar, depois ingressei na dança e lancei dois singles pop "dance" num projeto chamado Supernova.  Isso agregou a dança ao meu trabalho e aumentou ainda mais o meu desejo de misturar os ritmos populares brasileiros ao meu estilo. Enfim, recebi um espaço na Tv e aproveitei o resultado positivo que me trouxe.        

Que avaliação você faz do nível da MPB da atualidade, podendo, se quiser, atribuir a ela uma nota de zero a dez ?
R: A MPB hoje é uma coisa mais 'cult', cheia de bons artistas ainda escondidos e grandes artistas que fazem música  boa,  mas não chegam a tocar nas rádios populares. Se é musica popular brasileira, precisa de fato ser popular,  tocar, ser consumida... Que se abra mais espaço para eles, acho que falta. Dou 10 para os artistas..

Quem mais a incentivou no início da carreira ?
R: Mãe e pai, amigos, parentes. Meu pai trabalhou certa época no ramo da musica e me encorajou muito.

Você acredita que possa haver mudanças para melhor, em função  dos protestos de rua que estão voltando no Brasil ?
R: sim, sou a favor. Atinge todas as áreas e a musica será beneficiada.

"Bate Bola" com Erikka Rodrigues
Uma grata recordação ?
Um caderno com frases e poemas escritos pela professora da terceira série.


Um agradecimento especial ?
A Deus por cada momento.

O momento mais importante de sua vida ?
Quando me disseram que eu podia vencer com a minha voz. 

A coisa mais desagradável que já  lhe aconteceu ?
A perda do meu pai.

Um sonho realizado ?
Viver de música.


Um sonho não realizado ?
Não posso contar  (hehe...)
     
Uma decepção ?
Com a pobreza.

Uma grata surpresa ?
Adoro surpresas boas, me lembro de alguns aniversários que me enganaram direitinho.

Uma superstição ?
Chinelo virado.

Cor preferida ?
Vermelho.


Número de sorte ?
5

Prato preferido ?
Lasanha.

Principal Hobby ?
Cinema

Time do coração ?
Corinthians

Cantores de todos os tempos:                       
Cantor: Nacional ? Lulu Santos/Xororó/Agnaldo Rayol  Internacional ?  Michael Jackson
Cantora: Nacional ?  Ivete Sangalo   Internacional ?  Adele
                       
Personalidade de todas as épocas:
Nacional ?  Ivete Sangalo     Internacional ? Frank Sinatra

Projetos na carreira ?
Um EP a ser lançado ainda esse ano e uma trilogia de videoclipes.

Considerações finais:
    Obrigada pelo espaço e um beijo a todos os meus fãs que me fazem cada dia mais feliz! Um beijo com carinho,  Lino!

Interpretação Musical

    No encerramento da entrevista, vídeo com  música "Vai me proteger",  interpretada por Erika Rodrigues, em parceria com Agnaldo Rayol, um dos cantores brasileiros mais aplaudidas de todos os tempos, que disse textualmente, num programa de televisão, referindo-se à nossa entrevistada: "Erikka Rodrigues é uma das maiores cantoras que eu já ouvi... ela é sensacional. Eu acho que realmente ela tem que 'explodir' neste país e até fora deste país".

Acesso virtual Erikka Rodrigues:
Site: www.erikkarodrigues.com.br

              

sábado, 1 de outubro de 2016

MÚSICA: Entrevista com a Instrumentista e cantora Bia Socek

            Nova Jersey, USA, sábado, 1º de outubro de 2016


Bia Socek, Talento da Sanfona Cantando e Encantando o Sul do Brasil
 Entrevista Exclusiva:   Lino Tavares
    
     A entrevistada da Série Personalidades é a cantora, compositora e acordeonista Bia Socek, cujo nome de batismo é Beatriz Socek, de 22 anos, natural de Quitandinha, no Paraná, onde iniciou e mantém sua carreira
artística.  Festeja seu aniversário no dia 2 de setembro.


Primeiros Passos

     Sua vocação para a arte musical despertou ainda na tenra infância, quando improvisava uma bateria feita com tampas de panela e latas, que usava para ritmar musicas tocadas no rádio. Aos 8 anos, começou a estudar violão com um amigo convidado de sua mãe, Dona Anastácia, que a partir de então se tornaria sua grande incentivadora no curso da carreira que se iniciava. Com apenas duas semanas de aulas de violão, já estava habilitada para tocar e cantar a tradicional música de raiz "Chico Mineiro".

Crescimento Artístico

     Após concluir as aulas de violão, passou a viajar a Curitiba, distante 60 quilômetros de Quitandinha, onde ao longo de cinco anos realizou curso de música, chegando a estudar violão clássico, sem se aprofundar nesse aprendizado por não corresponder ao estilo musical que mais aprecia. Na capital paranaense, participou de encontros de violeiros e fez apresentações em programas de rádio e televisão, adquirindo conhecimentos que lhe permitiram realizar suas primeiras gravação com as músicas "Lição de Vida" e depois "A Rainha do Paraná", ambas muito tocadas nas emissoras da região.

Salto Na Carreira

     Aos 13 anos, Bia Socek participou com seis músicas da coletânea de um CD intitulado "Triângulo Sertanejo", juntamente com duas duplas conhecidas da região. Um ano depois,  aprendeu praticamente sozinha a tocar viola e gravou o CD denominado "Risquei seu telefone", fazendo parceria nessa gravação com o Padre Reginaldo Mongotti. Para fazer frente aos custos da produção, promoveu a venda do CD curante dois anos, vistando as festas locais. Graças a isso, chegou à sua segunda gravação, alcançando uma vendagem total de 12 mil cópias.  

 O Despertar da Sanfoneira


     Por volta dos 16 anos, sua mãe e fiel apoiadora proporcionou-lhe a oportunidade de aprender a tocar sanfona, que sempre foi sua maior vocação, mesmo   tendo feito suas primeiras aulas instrumentais ao violão.  Embora orientada por um professor de acordeon, Bia Socek aprendeu a dominar esse instrumento, tornando-se a grande acordeonista que hoje conhecemos, quase como uma autodidata, já que paralelamente às aulas recebidas buscava ampliar conhecimentos dessa arte através de pesquisas no Youtube.

Formação Intelectual

         Aos 17 anos, após concluir o terceiro grau colegial, Beatriz Socek voltou a Curitiba onde se formou no curso de Teatro, realizando paralelamente, no decorrer de quatro anos,  os cursos de Técnica de Design e Inglês, conhecimentos esses que aplica de forma proveitosa nas atividades ligadas à arte musical, tais como a criação de páginas e produção de vídeos voltados às suas legiões de fãs e à divulgação de sua exitosa trajetória artisticamente consolidada. 

         Maiores conhecimentos sobre a biografia, a carreira e as  preferências pessoais da entrevistada serão encontrados a seguir no elenco de perguntas e respostas que constituem o texto principal da entrevista propriamente dita. 


Bia Socek Responde




A música é a sua maior vocação ? R: Sim 

Alguém do meio artístico a influenciou a ingressar na arte
musical   ?

R: As musicas que eu ouvia, os shows que eu assistia, me despertou essa vontade de aprender.... vendo os outros tocar.

Que idade você tinha quando se apresentou em público pela primeira vez e onde isso aconteceu ?

R: 9 anos, foi num comício da minha cidade pra mais de 2mil pessoas, apavorei! rsrs

Você aprendeu a tocar por conta própria ou começou a partir de um curso de música ?

R: Conta própria! De ouvido! não tive professor de acordeon, peguei tudo pelo youtube e vendo os outros tocar. Autodidata.   

Que gênero musical mais apreciava quando começou o aprendizado na arte de tocar ?

R: Música tradicional gaúcha e o sertanejo raiz

Alguma corrente musical específica predomina em seu repertório atual, ou você é uma artista polivalente, sem distinção de gênero ?

R: Além do sertanejo, eu canto outros estilos musicais, gosto muito de cantar Creedance. 

Além de sua mãe, alguém mais em sua família a incentivou na carreira de instrumentista ?

R: Apenas minha mãe. 

Que instrumentos você toca ?

R: violão, teclado, viola e acordeon. 

O Brasil teve e tem grandes gaiteiros, como Luiz Gonzaga, 
Dominguinhos e o gaúcho Renato Borghetti. Você se identifica musicalmente com algum deles ?

R: Aprecio todos e também o Albino Manique.. vou mais pelo jeito que ele toca. 

Você se considera exclusivamente uma acordeonista ou se classifica artisticamente como instrumentista e cantora ?

R: Os dois... sou cantora e acordeonista... uma cantora que tem o diferencial de tocar acordeon

Caso componha, você possui músicas de sua autoria gravadas ?

R: Sim.. são 17 entre parcerias e arranjos. 

Quando entra no palco para apresentações artísticas, ainda bate aquele friozinho na barriga ?

R: Às vezes, depende do momento... 

Quantas gravações você possui na carreira  ?

R: Músicas são mais de 38 gravações e 4 cds da carreira. 

Já participou de programas nas grandes redes de televisão do Brasil ?

R: Nacional nenhum...  até então só regional. 

Em que regiões do país você costuma realizar shows ?

R:  Região sul... mas agora estamos indo pro Brasil todo. Graças a Deus

Já realizou apresentação artísticas fora do Brasil ?

R:  Ainda não

Conquistou prêmios em concursos ou festivais do gênero musical em que atua ?

R: Sim! 5 troféus. 

A música absorve a quase totalidade de seu tempo, ou sobra algum tempinho para o lazer, os estudos e o convívio familiar ?

R: Sempre sobra tempo pra fazer o que a gente gosta. rsrsrs

Seu parceiro amoroso, caso exista, acompanha você nas atividades do meio artístico ?

R: Nunca namorei. complicado achar alguém que me entenda nessa vida artística que eu levo. 

A televisão brasileira abre espaço para novos cantores, como acontece nos programas Raul Gil, no SBT, e The Voice Brasil, na Globo. Você acha que deveria fazer o mesmo em relação aos novos instrumentistas ?

R:  Seria interessante ter programas para instrumentistas, tem muita gente que toca demais por aí e que é anônimo.. 

O fato de ter feito curso de teatro, desperta em você algum projeto relativo à carreira de atriz ?

R: Me deixou mais solta em todos os aspectos.... Vou seguir na carreira musical que sempre foi meu grande foco e grande sonho. 

Que conselho você daria a um jovem que está começando na carreira de músico instrumentista ?

R: Tempo, paciência e dedicação! 

Você recebe ou já recebeu algum incentivo do poder público para o desenvolvimento de sua arte musical ?

R: Nenhum.



Bate-Bola Com 




Bia Socek


Eterna lembrança?  Primeira aula de violão
Amigo (a) para sempre?  Mãe e Deus
Uma viagem inesquecível ? Moema SP
Maior conquista  ? Meu acordeon piatanesi 4s
Sonho a realizar ? Eu conseguir realizar o sonho de outras pessoas
Grata surpresa ? Telefonema pra ir no programa do Ratinho sbt
Superstição ? Nenhuma
Cor preferida ? Vermelho 
Número de sorte ? Não tenho, mas gosto do numero 26
Prato preferido ? Aquela comida caseira bem temperada
Principal Hobby ? Jogar fifa no pc.
Time do coração ? Atlético Paranaense
Deus ? É o que me move
Maior músico brasileiro ? Dominguinhos 
Cantor ou cantora de todas as épocas ? Gosto muito das cantoras country, Carrie Underwood, Miranda Lambert, Taylor Swift... 
Maior instrumentista brasileiro de todos os tempos  ? Tem vários mas vou citar um... Maestro Pinocchio 
Ídolo internacional ? Harry Styles
Herói da humanidade ? Deus
Projetos na carreira ? vários... 

Considerações finais 


Obrigada pela entrevista e pelo carinho! Adorei responder. Bia Socek 

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