quarta-feira, 17 de maio de 2017

ENTREVISTA: Moniky Prado - Modelo e Atriz

 Nova Jersey, USA, sexta-feira, 19 de maio de 2017


Moniky Prado, Lição de Vida entre o Glamour das Passarelas e o Sonho Universitário

Entrevista Exclusiva:
Lino Tavares

FOTOS: Carlos Sillero

    A entrevistada da Série Personalidades é a modelo com formação de atriz Moniky Prado, de 24 anos, nascida no dia 15 de março em Alegrete-RS, cursando atualmente o último ano da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, na UNISINOS, em São Leopoldo, região metropolitana de Porto Alegre. Profissionalmente, Moniky exerce a atividade de Designer de Interiores, atuando como Consultora.



Primeiros Passos


    Moniky Prado começou sua carreira das passarelas aos 13 anos, em sua cidade, frequentando o curso de Paulo Afonso. Depois, a convite de Dilson Stein, foi selecionada em duas oportunidades a fim de ir para São Paulo, o que não se consumou por se considerar ainda muito jovem para deixar o convívio dos pais,  empresários na cidade de Alegrete. Aos 15 anos, frequentou o curso de Marcelo Germano, aprendendo novas técnicas de passarela e atuação na TV, sendo então convidada para participar da Convenção em Gramado, onde vivenciou experiências como oficinas de books fotográficos, sendo aprovada por 6 agências de modelo: Baby, Dois Tons, Five Models, M Faces, Pequeno Gênio e Tutti Modelli.

Novas Experiências



   Naquela cidade turística da Serra Gaúcha, conheceu  Luciano Sabino, diretor de novelas da Globo, passando a fazer parte do workshop realizado para aprendizagem de atuação em novelas, despertando-lhe então o interesse pela área da mídia. Isso a fez perceber que sua vocação combinava mais com interpretação do que com a performance das passarelas. De posse desse aprendizado, foi indicada para o curso no Studio Escola de atores de Sonaira D’Avila, onde adquiriu muito conhecimento e cultura, aprendendo a ter disciplina e maior desenvoltura. De volta a Alegrete, para prosseguir os estudos, Moniky continuou buscando aperfeiçoar suas potencialidades, embora sem contar com uma escola relevante especializada na formação de atores, mas mesmo assim passou a frequentar na cidade um estabelecimento do gênero. "O mais incrível - diz textualmente - dessas muitas tentativas é que os cursos e cidades podiam mudar, mas as pessoas que me apoiavam eram sempre as mesmas, meus pais, inacreditável a persistência e companheirismo deles". 

Experiências nos Grande Centros



   Durante uma viajem com os pais, Moniky Prado foi vista por um olheiro da Prime Models (agência que hoje tem outro nome) sendo convidada por ele para mais uma seletiva. Lá permaneceu frequentando cursos que lhe credenciaram para ser selecionada para atividades do gênero em São Paulo e no Rio de Janeiro. Após breve retorno a Alegrete, foi para São Paulo, ficando por algum tempo no Flat La Residence Paulista, onde viveu a rotina de dormir tarde e acordar bem cedo, o que conseguiu encarar com naturalidade haja vista ser, na época, uma adolescente de 16 anos. Após dias e dias de muitos books e aulas de passarela,  foi apresentada a diversas agências e novamente aprovada por algumas, dentre elas, a Desir agência de modelos e atores, sediada no Rio de Janeiro,  que lhe proporcionou a oportunidade de participar  do teste de atores para a novela Malhação, da Rede Globo. Na mesma ocasião, fez fotos destinadas a alguns trabalhos que realizou como modelo fotográfico. .

Análise das Experiências


   De volta à sua terra aos 17 anos, Moniky Prado tinha como foco terminar o último ano da escola para voltar a São Paulo e Rio de Janeiro, mas como ela diz "os pensamentos vão mudando,  a vida vai ensinando". Hoje ela narra suas experiências nos grandes centros, como uma espécie de lição de vida, nesse termos: "Aqui vai um pouco do que senti e vivi enquanto estava em São Paulo e Rio de Janeiro.

A experiência é única, não me arrependo em nenhum momento, pelo contrário, fico muito feliz em ter histórias para contar e uma vasta experiência a carregar. Existem padrões de belezas, mas quando se fala em padrões é uma coisa que acaba me assustando. Como podem existir padrões de beleza, se todos somos diferentes de certo modo? Nas seleções de agências, ouvi muitas críticas, agências que veem beleza  em meninas anêmicas ou até mesmo com bulimia; claro que não podemos generalizar, pois nem todas as meninas magras têm algum problema.
As críticas foram me desmotivando, pois apesar de eu sempre ter sido magra, não era como eles desejam, e sinceramente não era o padrão de beleza que eu via. Penso que mulher bonita é mulher saudável, e eu não estava pronta para encarar aquela realidade. Apesar das críticas, o que eu observei é que as agências que mais viam minha beleza ‘diferente' eram as internacionais; mesmo não sendo muito alta, eu conseguia chamar atenção com minha postura e meu corpo com um padrão diferente das outras. Agora a pergunta, por que eu me desmotivei ?  Notando que eu chamava mais atenção no mundo internacional e não no nacional, acabei colocando-me a pensar se valeria a pena enfrentar muitos e muitos obstáculos para chegar ou não aonde eu queria. Sempre fui e sou muito responsável, penso muito no meu futuro e aposto nisso;  com 17 anos,  ao ver meus amigos irem para a faculdade, isso acabou mexendo comigo, pois mal ou bem atuar como modelo e fazer teatro atrapalhava um pouco a escola;  fiquei com medo da segurança futura, infelizmente no mundo da moda somos vistos enquanto temos beleza e idade para isso;  depois se não somos bons o suficiente somos esquecidos e, o pior, deixados de lado.  

A Opção Universitária


    Optei por não voltar e assim  estudar para ingressar na Universidade, o sonho inicialmente era Medicina, mas como fiquei na lista de chamada, pensei bem se era realmente isso que eu queria pra mim, se combinava comigo;  foi então que descobri que eu tinha uma vocação maior com Arquitetura e Urbanismo, um curso que está completamente ligado a moda e a tendências. Ingressei na Universidade em 2013, atualmente estou terminando o curso, tenho total apoio dos meus pais. Atualmente, aos 24 anos, sou candidata a Miss Alegrete, onde estou apostando muito.  Acredito que com a experiência, desenvoltura, conhecimento e postura que tenho, sem dúvidas esse será o melhor evento dos quais já participei. A beleza é vista de outro ângulo, onde envolve causas sociais, e no ramo da Arquitetura, atualmente,  estudo projeto de habitação de interesse social. Não poderia estar mais satisfeita em poder participar de um evento em prol a Uti Neonatal Alegrete, um acontecimento que envolve solidariedade e beleza.

Moniky Prado Responde


Qual foi o primeiro sonho que despertou em você na infância em relação ao futuro ?

R: Ser atriz e modelo

Você se considera uma pessoa pragmática ou faz o gênero "deixa a vida me levar" ?

R: Sem dúvidas considero-me uma pessoa extremamente pragmática.

Com que idade você enfrentou os olhares de uma plateia, ainda que pequena e onde isso aconteceu ?

R: A primeira vez que tive contato com passarela e atuação foi aos 13 anos, em Alegrete, no curso do Paulo Afonso.

Quando despertou em você o desejo de ingressar no mundo do glamour ?

R: Após meu primeiro curso aos 13 anos, mas foi realmente depois dos 15 que acabou despertando-me maior envolvimento .

Buscar a realização do sonho na grande metrópole, deixando para trás amigos e familiares, você considera um ato de coragem ou uma aventura ?
R: De certa forma considero um ato de coragem, porém prefiro enxergar isso com outros olhos, ir em busca de um objetivo considero um ato de determinação e foco.

Quais eram suas referências quando passou a se interessar pelas coisas do mundo fashion e da beleza feminina ?
R: Não tenho uma referência específica, apenas me chamava  muita atenção quaisquer pessoas que fossem do mundo fashion.

Além do universo encantado das passarelas, que outras atividades do mundo da fama figuram em seus planos ? 
R: Ser atriz, adoro comunicação, interagir com as pessoas me chama muita atenção, sem falar que é algo natural meu, então isso ajuda bastante.

Manifestações artísticas como música, poesia, pintura e outras fazem parte de seu elenco de vocações ?

R: Sim, adoro dançar, nada em específico, mas meu envolvimento maior é cantar, teve uma época que meus pais até queriam que eu investisse mais em minha voz, mas não é algo que me chama muita atenção.

Que cursos relacionados ao glamour das passarelas você frequentou ?

R: Paulo Afonso, Marcelo Germano, Dilson Stein e Convenções com diversas agências. Na área de atuação fiz teatro na Escola de Atores da Sonaira D'Avila, no RJ, aprendi muito com o Luciano Sabino , um dos diretores de novelas da Globo. Após dias e dias de muitos books e aulas de passarela fui apresentada a diversas agências e novamente aprovada por algumas, dentre elas, a Desir agência de modelos e atores,localizada no Rio de Janeiro,  onde participei do teste de atores para a novela da Rede Globo, Malhação. 

Entre os eventos do gênero que participou, quais considera como os mais significativos ?
R: Sem dúvida todos que eu participei me agregaram de alguma forma.

O curso de  Arquitetura e Urbanismos que está prestes a concluir  representa o coroar de uma vocação ou aconteceu por acaso ?
R: O coroar de uma vocação, não me imagino mais longe dessa profissão, posso ter outra ao mesmo tempo, mas mudar  não. Hoje ser modelo é algo ao qual se tem duplas profissões;  então isso não muda minha vida profissional na Arquitetura.

De quais concursos de beleza você já participou e qual é sua maior conquista nessa área ?

R: Sinceramente de concursos não foram muitos.  Participei da "Rainha do Arroz" em Alegrete e algum outro que não me recordo quando era menor. Anteriormente eu não via esse mundo de 'competições' de uma boa forma, então optava por cursos e trabalhos, nada competitivo em termos de beleza. Hoje sinto-me preparada para encarar concursos.

Entrar na passarela desperta em você aquele "friozinho na barriga" tão próprio desse tipo de desafio ?

R: Sim, me vejo além. Quando subo em uma passarela eu procuro esquecer o mundo e me envolver somente naquele momento, como se apenas só eu existisse e mais ninguém. Isso me ajuda a ser mais natural e esquecer que tem um público me olhando, é uma das técnicas que adquiri entre muitos cursos.

Com base nas experiências até aqui adquiridas, que conselho você daria a uma jovem que sonha com o glamour das passarelas ?
R: Seguir em frente e estar ciente que irá ouvir muitas críticas, mas das críticas surgem os elogios, maior desenvolvimento e maturidade para encarar determinadas situações.

Qual a principal motivação que levou você a se inscrever no concurso de Miss Alegrete ?

R:O concurso de Miss envolve causas sociais, e isso me chama atenção, existe sim a competição em termos de beleza, mas é um concurso onde muitos outros requisitos também são avaliados e esses requisitos eu acredito que tenho. Ser Miss não é apenas representar um padrão de beleza, ser Miss vai muito além, a postura, a etiqueta, naturalidade, conhecimento, personalidade, atitude... entre muitos outros. Já ser apenas modelo fot. ou ser top model, muitas vezes alguns requisitos não são necessários, ou até mesmo você nem consegue mostrar quem você realmente é. Esses foram os motivos aos quais me levaram a participar;  não posso esquecer que o que me levou a isso inicialmente foi o meu pai, uma pessoa que aposta muito isso em mim, consequentemente minha mãe apoia junto.

O que você considera mais significativo para o sucesso nas passarelas, beleza e simpatia, expressão corporal ou nível intelectual ?
R: Acho que todos formam um conjunto para o sucesso.

Você diria que preparar-se para um concurso de miss requer uma cota de sacrifício semelhante ao de uma candidata a modelo  ? 
R: Considero uma preparação maior, pois miss requer muito mais requisitos que ser candidata a modelo. Quando você ja trabalhou na área e passa a ser candidata a miss, com certeza isso ajuda muito, pois já teve um envolvimento anteriormente,  então sabe como as coisas acontecem e passa apenas a aprimorar-se mais.

Sendo filha de empresários, algum vez se sentiu inclinada a ingressar no mundo empresarial ?
R: Sim, pois como convivo com meus pais no ramo dos negócios, posso dizer que me considero uma pessoa apta a trabalhar como empresária também, até mesmo depois que eu me formar na Arquitetura, penso em futuramente ter uma construtora.

Se as circunstâncias a levassem a ter que optar entre a carreira de arquiteta e a da modelo, qual seria sua escolha ? 
R:Analisaria a proposta como modelo sim, pois como todos precisamos de estrutura e base para um bom futuro, optamos sempre para oque for melhor.



"Bate-Bola" 

com 


Moniky Prado



Uma paixão ? A vida.

Gratidão ? Aos meus pais que sempre foram presentes em todas minhas escolhas.

Surpresa ?  Ainda sonho em ser surpreendida no mundo do glamour, ser convida para algo brilhante. 

Doce recordação ?  Minha infância toda.

Momento especial ?  Quando passei no vestibular de Arquitetura e Urbanismo

Sonho realizado ?  Já realizei tudo que sonhei, ser modelo e entrar na faculdade.

Superstição ?  Não recordo se tenho alguma.

Cor preferida ? Branco

Prato preferido ? Sushi.

Esporte preferido ? Não tenho esporte preferido, mas gosto muito de academia.

 Hobby ? Cavalgar.

Time do coração ? Grêmio

Gênero musical ? Todos

Cantor (es) ?   Calvin Harris

Cantora (s) ?  Não recordo se tenho alguma em especial

Ator ou atriz ? Giovanna Antonelli

Filme ? O Menino do Pijama Listrado. Apesar  de ser um filme triste, mostra a inocência das crianças que não tem preconceito e olham a vida de um outro modo.

Livro ? Neufert

Virtude masculina ? Atitude

Virtude  feminina ? Determinada

Deus ? Acredito em um ser divino superior a nós, respeito as opiniões alheias, mas gosto que respeitem a minha.

Quem sou  ? Uma mulher determinada, de atitude, de etiqueta, às vezes brava, educada, meiga, sonhadora mas realista;  tenho um toque de sensualidade, feminina, delicada, gosto de ajudar os outros, gosto de ouvir e opinar. Sou uma pessoa fácil de lidar se souber como, adoro as pessoas que sabem tratar bem as outras, admiro o cavalheirismo que. mesmo sendo pouco, ainda existe. Tenho foco e objetivo em tudo, sou regrada quando quero qualquer coisa e não costumo ficar para trás . Apesar de toda determinação, sou sensível. Quando gosto de alguém e considero amigo e ele(a) me magoa, perco totalmente a confiança. Costumo ser uma pessoa com poucos amigos, pois nem todo mundo gosta de pessoas sinceras e determinadas, mas os poucos que tenho são de verdade e faço de tudo para não perdê-los. Aprendi muito com a vida; apesar de ter apenas 24 anos, costumo observar bem e acabo aprendendo as experiências mesmo que não sejam comigo, tenho muita facilidade de aprender fácil as coisas e se não aprendo, não desisto até conseguir. Mesmo com toda vontade de ir em frente jamais em hipótese alguma ''piso'' nas pessoas para ser superior a elas, um toque de humildade não faz mal a ninguém. Muitas vezes as pessoas confundem minha postura com arrogância, mas quando me conhecem de verdade notam que é apenas meu jeito, sou super simpática e comunicativa. Planos são planos, objetivos são objetivos, mas nenhum é maior ou melhor que minha família, mesmo com a distância com os obstáculos eles sempre serão minha fonte de inspiração, meus tesouros, sem eles jamais estaria aonde estou, jamais seria quem sou ! Uma frase que me representa: ''Talvez a chave para abrir determinadas portas não se encontre em suas mãos, mas sim em seus olhos, em seu sorriso, em seus gestos''.

Considerações Finais


    Sinto-me muito feliz por estar participando de mais um evento. Meu sincero agradecimento ao Lino Tavares por essa maravilhosa entrevista, na qual eu pude falar um pouco mais sobre mim. Minha gratidão aos meus familiares, ao Oswaldo Ferrari Neto por ser um ótimo coordenador e todo público que de alguma forma me apoia. Meu agradecimento final ao talentoso fotógrafo Carlos Sillero, que tem sido um excelente profissional no exercício dessa arte, além de um amigo querido.

Contatos e Redes Socias


E-MAIL:  <monikyp@gmail.com>

FACEBOOK OFICIAL 




segunda-feira, 15 de maio de 2017

REPORTAGEM - Jullie Star, a Barbie Brasileira

Nova Jersey, USA, segunda-feira, 15 de maior de 2017

Conheça Jullie Star, a Barbie Brasileira, no TV  Fama e na Entrevista para a Rede de Mídia On Line
      Edição:  Lino Tavares


     Para quem pensa que a Boneca Barbie só existe em forma de brinquedo infantil enfeitando vitrines de lojas do gênero pelo mundo afora, é bom observar que essa personagem dos sonhos de consumo das meninas,  criada pela empresária Ruth Handler, em 9 de março de 1959,  e produzida pela Mattel, também existe como qualquer de nós, em corpo,  alma, coração e vontade própria. São muitas as Barbies falantes e semoventes que coabitam conosco o Planeta Terra. No Brasil, a mais significativa delas tem como nome de batismo Juliana Cristiane Gonçalves e como nome artístico Jullie Star. Seu cotidiano, como não poderia ser diferente, consiste em colocar seu talento de atriz a serviço dos eventos infantis para os quais é requisitada no sentido de fazer a alegria de milhares de crianças e conquistar o aplauso e o apreço dos marmanjos que possuem sensibilidade para perceber e curtir todas as formas de expressão do belo.  
   
     Essa Barbie Brasileira teve exitosa participação no Programa  TV Fama, da Rede TV, como pode ser visto no link a seguir. 


     Antes dessa apresentação no programa televisivo, Juliana Cristiane Gonçalves havia me concedido uma entrevista exclusiva, publicada  nos veículos da Rede de Mídia On Line, focados em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Florianópolis, além deste Portal Internacional de Nova Jersey - USA. Para ter acesso à entrevista e saber mais sobre o mundo encantado de Jullie Star, clique no título abaixo: 

domingo, 14 de maio de 2017

COLUNAS: A Arte de Pensar - Por Bruna Braga: Meu Primeiro Dia das Mães !

Nova Jersey, USA, domingo, 14 de maio de 2017


Meu Primeiro Dia das Mães !
 
Meu primeiro dia das mães me fez além de agradecer a Deus por ter me tornado mãe há quase um ano...pensar no quanto o papel de uma mãe é decisivo na vida dos seus filhos! Por isso, hoje sei reconhecer e valorizar ainda mais os esforços da minha mãe para me fazer ser uma "mulher de verdade"! Obrigada mãe por tudo!!!! Você me deu valores, amor, carinho e tudo o que uma mãe dedicada poderia me dar e agora como avó passa para minha filha! Quero parabenizar também minha sogra, que é uma sogra, mãe e avó maravilhosa! Ser mãe me fez repensar muitas coisas...me fez ver a vida de outra forma! FELIZ DIA DAS MÃES PARA TODAS!!!! 🌹           Uma canção de amor: VITÓRIA UM PEDACINHO DE MIM
U🙏

 VV
🙏

sexta-feira, 12 de maio de 2017

REPORTAGEM - Música: Cantora Angélica Kerr

  Nova Jersey, USA, sexta-feira, 12 de maio de 2017



Angélica Kerr, Estrela 
Brilhante na Trajetória do
Cantor Leonardo
  Edição: Lino Tavares

      A cantora Angélica Kerr, natural de Ariquemes, no estado de Rondônia, atualmente residindo em São Paulo, vem atuando como Baching Vocal junto ao Cantor Leonardo, que marcou época na famosa dupla Leandro e Leonardo. 
     A jovem cantora tem-se destacado ao lado do grande astro da música sertaneja, acompanhando o conhecido cantor em importantes shows realizados nas diversas regiões do Brasil. Recentemente Angélica acompanhou a interpretação artística de Leonardo em um animado show que teve como palco o Restaurante Parque Danape, em Jarinu, no estado de São Paulo. 
Peril da Cantora

    Com seu misto de beleza, simpatia e talento, Angélica Keer destacou-se em duas temporadas consecutivas do Quadro Mulheres que Brilham, do Programa Raul Gil, no SBT. Uma delas foi em 2014, quando chegou a finalista brilhando intensamente ao longo de todas as apresentações.  José Messias, jurado da época, a definiu artisticamente nesses termos: "Angélica Kerr é Corpo, Alma, Música e Talento".  Convidada pela produção para participar do programa seguinte, a cantora voltou a fazer sucesso, ainda de forma mais intensa, na temporada do Quadro Mulheres que Brilham de 2015, quando conheceu o sabor da vitória ao lado de outras três concorrentes.  Em meio a essas existosas participações no mais importante programa de novos cantores do país, Angélica brilhou no Quadro Homenagem ao Artista, também do programa Raul Gil, no SBT, destacando-se numa apresentação de luxo fazendo duo com a consagrada cantora Paula Fernandes. 
             Entre Celebridades


      Pela excelência de sua caminhada artística, Angélica Kerr concedeu entrevista exclusiva a veículos da Rede de Mídia Online, passando a figurar na página do facebook LINO MÍDIA CELEBRITIES (Las Vegas) , que pode ser acessada e curtida no link a seguir: 

terça-feira, 9 de maio de 2017

OPINIÃO - Artigo: A Justiça da Competência e a da Conveniencia


Nova Jersey, USA, quarta-feira, 9 de maior de 2017

A Justiça da Competência e a da Conveniência
      Edição:  Lino Tavares

       Nem sempre nós comunicadores precisamos digitar letra a letra no teclado do computador para levar ao público-alvo ideias que coadunam em grau, gênero e número com aquilo que entendemos como lídima expressão da verdade e da razão.  Às vezes alcançamos esse objetivo  transcrevendo em nossos espaços jornalísticos publicações de terceiros, como será visto no texto a seguir, assinado por uma juíza concursada (portanto verdadeira), definindo exatamente como eu o faria esse divisor de águas que existe no poder judiciário entre os chamados juízes de carreira ou concursados, guindados a esse cargo pelo instituto da competência, e os "juízes biônicos", também chamados de ministros, ocupantes de cargo na mais alta corte a reboque do instituto "imoral" da vil e perniciosa indicação politiqueira, responsável por parte significativa da impunidade do "crime de colarinho branco", que hoje enlameia o Brasil, de Norte a Sul, de Leste a Oeste.  

O texto, de autoria da  juíza Ludmila Lins Grillo, foi escrito em 2016, precedendo portanto a "cafajestada" dos ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes (uma espécie de aliança jurídica PT/PSDB), soltando ladrões do erário como Eike Batista, José Dirceu e outros de menor expressão.

"Sempre que o STF profere alguma decisão bizarra, o povo logo se apressa para sentenciar: “a Justiça no Brasil é uma piada”. Nem se passa pela cabeça da galera que os outros juízes – sim, os OUTROS – se contorcem de vergonha com certas decisões da Suprema Corte, e não se sentem nem um pouco representados por ela.
O que muitos juízes sentem é que existem duas Justiças no Brasil. E essas Justiças não se misturam uma com a outra. Uma é a dos juízes por indicação política. A outra é a dos juízes concursados. A Justiça do STF e a Justiça de primeiro grau revelam a existência de duas categorias de juízes que não se misturam. São como água e azeite. São dois mundos completamente isolados um do outro. Um não tem contato nenhum com o outro e um não se assemelha em nada com o outro. Um, muitas vezes, parece atuar contra o outro. Faz declarações contra o outro. E o outro, por muitas vezes, morre de vergonha do um.

Geralmente, o outro prefere que os “juízes” do STF sejam mesmo chamados de Ministros – para não confundir com os demais, os verdadeiros juízes. A atual composição do STF revela que, dentre os 11 Ministros (sim, M-I-N-I-S-T-R-O-S!), apenas dois são magistrados de carreira: Rosa Weber e Luiz Fux. Ou seja: nove deles não têm a mais vaga ideia do que é gerir uma unidade judiciária a quilômetros de distância de sua família, em cidades pequenas de interior, com falta de mão-de-obra e de infra-estrutura, com uma demanda acachapante e praticamente inadministrável.

Julgam grandes causas – as mais importantes do Brasil – sem terem nunca sequer julgado um inventariozinho da dona Maria que morreu. Nem uma pensão alimentícia simplória. Nem uma medida para um menor infrator, nem um remédio para um doente, nem uma internação para um idoso, nem uma autorização para menor em eventos e viagens, nem uma partilhazinha de bens, nem uma aposentadoriazinha rural. Nada. NADA.

Certamente não fazem a menor ideia de como é visitar a casa humilde da senhorinha acamada que não se mexe, para propiciar-lhe a interdição. Nem imaginam como é desgastante a visita periódica ao presídio – e o percorrer por entre as celas. Nem sonham com as correições nos cartórios extrajudiciais. Nem supõem o que seja passar um dia inteiro ouvindo testemunhas e interrogando réus. Nunca presidiram uma sessão do Tribunal do Júri. Não conhecem as agruras, as dificuldades do interior. Não conhecem nada do que é ser juiz de primeiro grau. Nada. Do alto de seus carros com motorista pagos com dinheiro público, não devem fazer a menor ideia de que ser juiz de verdade é não ter motorista nenhum. Ser juiz é andar com seu próprio carro – por sua conta e risco – nas estradas de terra do interior do Brasil . Talvez os Ministros nem saibam o que é uma estrada de terra – ou nem se lembrem mais o que é isso. Às vezes, nem a gasolina ganhamos, tirando muitas vezes do nosso próprio bolso para sustentar o Estado, sem saber se um dia seremos reembolsados - muitas vezes não somos.

Será que os juízes, digo, Ministros do STF sabem o que é passar por isso? Por que será que os réus lutam tanto para serem julgados pelo STF (o famoso “foro privilegiado") – fugindo dos juízes de primeiro grau como o diabo foge da cruz? Por que será que eles preferem ser julgados pelos “juízes” indicados politicamente, e não pelos juízes concursados?
É por essas e outras que, sem constrangimento algum, rogo-lhes: não me coloquem no mesmo balaio do STF. Faço parte da outra Justiça: a de VERDADE.''