segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

ENTREVISTA: Sarah Pardini - Palestrante Motivacional

        Nova Jersey, terça-feira, 21 de fevereiro de 2014


Sarah Pardini, Palestrante Multitema Ensinando a Arte de Viver Melhor
Lino Tavares 


     A entrevistada da Série Personalidades é a especialista em Palestra Motivacional, consultora, colunista e assistente social Sarah Pardini, domiciliada em Belo Horizonte, onde concentra seu ciclo de palestras, que se estende por outras regiões do país. 

A Infância


    Sarah Pardini nasceu no dia 28 de junho, na cidade mineira de Divinópolis, numa família de classe média onde alimentou na infância o sonho de ser dançarina, como observa na resposta a uma das perguntas da entrevista, talvez inspirada na avó que integrou um grupo de danças, numa época em que praticar essa arte era um grande desafio. Mas sua trajetória profissional  tomou outro rumo, levando-a a especializar-se em Programação Neurolinguística, pós graduada em Atendimento Sistêmico de Família, com especialização em Sexualidade Humana, resgate de autoestima e motivação.


Primeiros Passos


    Sarah começou nessa área profissional há cerca de 4 anos, após formar-se em Assistência Social e depois de ter trabalhado por um longo período  com mulheres vítimas de violência, usuários de droga, pacientes terminais, dentre outros trabalhos nos quais sentia que as pessoas se encontravam em sua maior fragilidade.  Juntando a sua paixão pela dança, convenceu-se de que deveria  “motivar as pessoas”, tentar despertar nelas um olhar diferente para a vida. Determinada nesse sentido, passou a  reunir grupos de mulheres para um bate-papo feminino com música e muita diversão. "Deu certo" - observa a palestrante no teor da entrevista. 

Projetos em Curso 


Entre seus principais projetos, destaca-se o intitulado De salto ou de bota

descrito no texto de seu Instragram, elaborado por Maria Helena Dias, como 

sendo um projeto que retrata a elegância e a beleza da mulher de chapéu, 

presente nas festas e parques de exposições agropecuárias de todo o país. 

“Rusticidade com delicadeza. Esse é o encanto do feminino que se destaca no 

agronegócio. A essência feminina nesse meio tem seu papel e sua 

importância”, explicou. E com o ‘De salto ou de bota’ - prossegue o texto - veio 

outro projeto: ‘Comitiva De salto ou de bota’. “Esse é um grupo de mulheres 

amantes do meio sertanejo, que se uniram para desenvolver ações em prol do 

bem comum. Presentes em rodeios, cavalgadas dentre outros do mundo rural 

ou fora dele, promovemos ações beneficentes. Poder ajudar a quem precisa 

traz resultados de muita alegria e contentamento”, disse. E tem mais projeto: 

o ‘Despertar da essência feminina’, que aborda a autoestima e motivação, é 

levado por ela para os palcos das principais empresas do país. 

I
Depoimentos  


    No Jornal Vila da Serra & Condomínios (Coluna de salto ou de bota) e na Revista Viva Grande BH, Sarah Pardini define os objetivos de seu trabalho, reportando-se nos seguintes termos:
 “Muitas mulheres precisam de uma sacudida para que identifiquem suas necessidades. O objetivo é despertar a potencialidade oculta em cada uma, além de ajudá-las em suas próprias descobertas, fazendo com que mudem a forma de se relacionar com elas mesmas, com seus parceiros e com o mundo”.  “De maneira geral, as mulheres são muito mais emocionais que os homens. Elas acrescentam à racionalidade o sabor da doçura e da empatia. Enquanto isso, os homens ensinam muito às mulheres sobre praticidade. Isso quer dizer que um complementa o outro. Mas apenas quando há abertura, humildade e vontade de aprender a trocar. Dentro de uma organização, “é importante que haja competição, pois ela faz parte do crescimento da empresa, mas que seja saudável”


Sarah Pardini Responde  



Quando despertou em você  a vocação para  Palestra motivacional ?
R: Tudo começou há 4 anos, após a minha formação como assistente social e após ter trabalhado por muito tempo com mulheres vítimas de violência, usuários de droga, pacientes terminais, dentre outros trabalhos nos quais sentia que as pessoas se encontravam em sua maior fragilidade.  Juntei a minha paixão pela dança e resolvi que ia “motivar as pessoas”, tentar despertar nelas um olhar diferente para a vida. Comecei reunindo grupos de mulheres para um bate-papo feminino com música e muita diversão. Deu certo.
 
As múltiplas atividades que desempenha atualmente são uma vocação que vem da infância, ou tinha outros planos antes ?

R: Desde pequena sempre gostei de dançar e sempre tive facilidade de me comunicar. Nunca sonhei em ser palestrante, colunista, nem assistente social, mas de ser dançarina rsrsr.  Mas aí vem a vida e nos presenteia com o que há de melhor.
 
A partir de que idade você direcionou sua atuação para os projetos da área em que atua?

R: Eu tinha 31 anos quando comecei a pensar nos novos projetos além da minha atuação como assistente social. Nunca é mesmo tarde para sonhar!

O tipo de trabalho que realiza hoje  tem alguma influência familiar ou é uma característica essencialmente sua ?

R: Posso dizer que é característica minha, claro que sempre seguimos alguma linhagem dos nossos ancestrais. O que me encanta, por exemplo, é ver fotos da minha avó bailando num grupo de dança na sua época, o que naquele tempo era bem desafiador. Então, acredito que sempre tem um pedacinho de cada um deles nos nossos projetos.
 

Qual é seu objetivo primordial nessa área de atuação ?
R: Minha missão é “Despertar Potencialidades”, levar alegria, interação, autoconhecimento, essência, música, emoção, vida, e muito mais para o meu público.
              


Além de palestrante vocacional, você  é consultora, colunista e assistente social, especialista em Programação Neurolinguística.  Alguma dessas especialidades prepondera no elenco de suas vocações ?
R: Não. É um conjunto.  Vou unindo todo o conhecimento e aprendizado em cada uma das áreas de atuação para alcançar os resultados que busco e para que sejam satisfatórios.  Seria injusta se dissesse pra mim mesma que um lado se sobressai mais.
 

Você encontra alguma dificuldade para desenvolver esse trabalho, na atual conjuntura política e econômica do país ?
R: O que passa o país atinge a todos de alguma maneira. Mas eu acredito mais que superar as dificuldades e os desafios depende do que está dentro da gente, do que queremos. Quando o desejo não está dando certo, se concretizando, eu mudo a direção, as estratégias. Reavalio os rumos.

Considerando tratar-se de um processo dinâmico, você diria que a realização de palestras vocacionais requer constante renovação de conhecimentos básicos ?

R: Sim, renovar é sempre preciso, caso contrário estamos fora do mercado. É sempre necessário estudar e se atualizar sobre os assuntos que abordo.

Como você vê a interação do público assistente durante e após a realização de cada palestra. Diria que o seu "feedback" é altamente positivo ?
R: A forma como ministro as minhas palestra faz com  que o público se interaja o tempo todo. Então, quando eu termino, sinto que todos estão bem próximos. Mas a verdade é que nunca estamos prontos, ou seja, sempre aprendo cada dia mais com o meu público e vou recebendo as críticas com o coração aberto e os aplausos com toda gratidão também.

No contexto geral desse trabalho, o que você oferece basicamente ao público alvo de suas palestras ?
R: Motivação, que cada um dos que assistem as minhas palestras saia dali com mais vontade de viver, de ser feliz, de tirar as pedras do caminho. Passo a cada um novo olhar para a vida. É realmente um Despertar de Potencialidades. Cada um do seu jeito, respeitando os seus limites individuais.

Quais são os principais benefícios, no que diz respeito à busca de espaço no mercado de trabalho, colhidos pelos assistentes de suas palestras ?
R: Só o fato de a pessoa sair de casa, com autoestima elevada, com vontade de ser melhor ainda do que já foi, vejo como um dos muitos grandes benefícios.

Suas atividades como palestrante, orientadora, consultora e assistente social já foram exercidas em instituições de natureza pública, ou se restringem à iniciativa privada ?
R: Já atuei em varias intuições, tanto públicas como privadas, e em vários eventos beneficentes.



"Bate-Bola" com  

 Sarah Pardini

 




Eterna lembrança?  A vida
 

Viagem do sonho ?  Disney
 

Amigo (a) do peito ?  Vários

Momento especial ?  Primeira palestra para mais de 500 pessoas
 

Doce surpresa ?  Ser tia
 

Para esquecer ?  O Assalto

Sonho realizado?  Dançar em palcos de artistas
 

Superstição ?  Rezar antes de todas as palestras
 

Gratidão eterna?  Meus pais
 

Cor preferida ?  Preto e branco
 

Clube do coração ?  Sou péssima em futebol rs
 

Número de sorte ?  07
 

Prato preferido ?  Angu com quiabo

Hobby principal ?  Dançar

Filme ?  As 5 pessoas que vc encontra no céu
 

Livro ?  Evangelho

Gênero musical ?  Sertanejo
 

Um desejo ?  Filho (a)

Como Sarah Pardini vê Sara Pardini  ?  Em uma constante busca do autoconhecimento
 

Projetos  ?  Oportunidades
 

Considerações finais:
 

Amor e 

gratidão 

pela  

oportunidade 

de participar 

dessa 

entrevista


Contatos e Redes Sociais

E-MAIL - sarah@sarahpardini.com.br

Página Oficial www.sarahpardini.com.br
Facebook Sarah Pardini
Instragram https:/desaltooudebota 

Vídeo com Sara Pardini 

Revista BHNews - A arte da sedução


 
 
 


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

BELEZA FEMININA - Miss e Modelo Lari Cristine - Prêmio

       Nova Jersey, USA, sexta-feira, l7 de fevereiro de 2017

Miss e Modelo Lari Cristine Volta a Brilhar Conquistando o Troféu Fashion Celebrities 2016
  Edição:Lino Tavares
   A miss e modelo Lari Cristine, uma das mais destacadas celebridades da beleza feminina paranaense, foi contemplada recentemente com o prêmio Fashion Clebrities 2016, tendo sido escolhida entre 20 concorrentes. A realização do evento, a cargo de Wando Baranek, ocorreu no dia 11 deste mês, tendo por local o Terrazas Park Hotel, em Curitiba.
      
 
    Vale lembrar que Lari Cristine, paranaense de 23 anos, nascida em 23 de julho, conquistou brilhantemente, dia 10 de dezembro de 2016, o importante título de Miss Brasil Continentes 2017 , como foi noticiado neste veículo, ocasião em que  a musa das passarelas nos concedeu sua segunda entrevista.

VISITE O INSTAGRAM  DE LARI
CRISTINE E VEJA AS MAIS 
BELAS FOTOS DA MISS E 
MODELO:  
MissLaricristine☆ @misslaricristineoficial
Agradecimento e conselho:
Se você tem um sonho, corra atrás pois a gente nunca sabe o que tem além dos nossos sonhos,  pois os sonhos não se realizam sozinhos, ei você é aquela ou aquele as pessoas que diz que você não vai ser alguém no seu futuro etc?Lembre-se que estas pessoas são apenas obstáculos que você tem que passar; não há luta sem vitória e não há vitória sem Luta,  pois se você tiver no chão levanta com mais forças e com mais garra , só assim que você vencerá os seus obstáculos da vida..
   Muito obrigada aos meus fãs e às pessoas que acreditam no meu trabalho....
             👑LARI CRISTINE🌟
MISS BRASIL CONTINENTES 2017 E MODELO

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

ENTREVISTA: Cantora Camilla Faustino


         Nova Jersey,  sábado, 11 de fevereiro de 2017

Camilla Faustino, a "Pimentinha 2" de Todos os Clássicos da MPB
Lino Tavares


     A entrevistada da Série Personalidades é a cantora Camilla Faustino, participando atualmente do Quadro "Quem Sabe Canta", do Programa Raul, veiculado aos sábados no SBT, no qual vem figurando com grande sucesso como comprovam as classificações sucessivas nas diversas etapas do Programa, sempre conquistando o apreço dos jurados, que têm destacado o elevado nível artístico da cantora, muito aplaudida pelo auditório e alvo de especial apreço entre os telespectadores da emissora paulista.  

Primeiros Passos
     
     Camilla nasceu dia 9 de fevereiro no estado de Goiás, onde começou muito cedo a revelar sua vocação para a música, cantando, desde os 4 anos de idade, em igrejas, escolas  e em festas de caráter familiar. Com 8 anos, bastante segura daquilo que queria, passou a participar de festivais. De posse desses predicados artísticos,  optou definitivamente por ingressar na carreira de cantora, em 2001, aos 11 anos, com exitosa participação no Programa Gente  Inocente, apresentado por Márcio Garcia, nas tardes de domingo, na Rede Globo.

Cotidiano Artístico


    Além da brilhante participação no Programa Raul Gil, Camilla Faustino, com larga experiência de palco, cantando em bares, boates e festas diversas, atua como cantora no tradicional Bar Brhama, localizado na esquina famosa das Avenidas Ipiranga e São João, no centro de São Paulo. Paralelamente continua fazendo espetáculos corporativos em todo o país. Reconhecida nacionalmente como um intérprete da MPB de elevado padrão, Camilla faz shows com o músico Toquinho, antigo parceiro de Vinícius de Moraes,  com quem já esteve na Colômbia, em São Paulo e, mais recentemente, em Ilha Bela, Recife, Natal e Salvador.  Em meados deste ano, Camilla Faustino deverá acompanhar o famoso cantor e compositor brasileiro em prováveis apresentações na Itália. . 

 A Pimentinha

   Não precisa ser um especialista da arte musical para perceber que Camilla Faustino é muito mais do que uma simples caloura, participando de um programa de TV. 
Não é por acaso que gente da mídia e seus milhares de fãs a chamam de  Pimentinha, inspirados na eterna Elis Regina, que Camilla faz lembrar com seu enorme recuso vocal e sua extraordinária postura de palco, que a tornam hoje, sem nenhum exagero, a melhor e mais completa interprete dos clássicos musicais da MPB, mesmo antes de alcançar o mais alto degrau da fama, algo que com certeza logo virá.  É impossível ouvi-la cantando sem se emocionar. Os jurados do Programa Raul Gil são uma prova disso e você poderá ser também. Confira a performance ímpar da talentosa cantora, assistindo no final da entrevista aos vídeos com interpretações da nossa "Pimentinha 2".


    Mais detalhes sobre a história e preferências da entrevistada serão vistos no elenco de perguntas e respostas a seguir:

Camilla Faustino Responde
Sua vocação de cantora foi percebida na infância ou como adolescente ?
R: Na infância, por volta dos meus 4 anos de idade quando eu já cantava em igrejas, festas de familiares, escola etc. Mas foi somente em 2001, já com 11 anos, que escolhi de fato a música   como profissão a partir do programa Gente Inocente, que passava nas tardes de domingo na rede globo, apresentado por Márcio Garcia.

Quando e como foi sua primeira apresentação em público ?

R: Eu não me lembro bem. Não houve um marco certo porque cresci em um ambiente completamente musical, dai meu gosto pela MPB, portanto eu sempre cantava, fosse em festas pequenas ou grandes. A partir dos 8 anos já cantava em festivais de música para um público extenso e tudo isso tomou uma forma ainda maior aos 11 quando, contratada pela rede globo a partir de uma série de aparições no programa Gente Inocente, passei a ser bastante cotada em shows maiores.

Consolidar a carreira de cantora  é seu principal projeto, ou tem outras vocações profissionais ?
R: Sou formada em Direito, mas nunca cheguei a atuar nessa área, entretanto, optei por ela como plano B. Portanto, sim. A minha carreira musical é meu maior foco como profissão.

Existe alguma música ou artista do gênero que a inspirou a se tornar cantora  ?

R: Não. Não houve inspiração pra me tornar cantora, porque isso aconteceu instantânea e espontaneamente.

Que gênero musical mais lhe atraía quando começou a cantar ?
R: MPB, porque meus pais ouviam e cantavam.

Qual é o gênero musical predominante no seu repertório atual ?
R: Também MPB, passeando especialmente pelo samba também

Existem familiares seus que atuaram ou atuam nos meios musicais ?
R: Meus pais já participaram de festivais de música, mas há muito tempo atrás. Ninguém se profissionalizou.

Você frequentou aulas de canto e instrumental ou é autodidata ?
R: Nunca fiz nenhuma aula de canto, nem de teoria musical.  Mas creio que talvez isso me limite um pouco, portanto ainda tenho interesse em fazer algo nesse sentido, principalmente para aprimorar e preservar a voz. Também porque já ouvi burburinhos de músicos profissionais, que tenho o  chamado "ouvido absoluto", mas sem a técnica eu não uso todo o meu potencial musical, creio.

Toca algum instrumento  ?
R: Não. Ainda não... rs. Sou louca com piano, especialmente.

Você compõe ou atua exclusivamente como cantora  ?
R: Ainda não me atrevi a compor nada. Escrevo pensamentos mas nunca musiquei nada. Talvez um dia eu me arrisque. Com parceiros fica ainda mais fácil.

Além do Português e Espanhol, você canta em outros idiomas ?
R: Sim. Em qualquer um se precisar.. rs. Não sou poliglota, mas estudo muito a música em outros idiomas.. estudo não só a pronúncia, como também o significado. Já ouvi de nativos de diversos idiomas como o francês, espanhol e até alemão, que não tenho o sotaque ao cantar nos idiomas respectivos.

O que motivou você a participar do "Quem sabe canta", do programa Raul Gil, no SBT ?
R: Na verdade não fui eu quem teve a iniciativa de me inscrever para o quadro. Foi um amigo da minha Família quem o fez.

Já tinha participado antes de algum quadro do Programa Raul Gil ?
R: Nunca.

Pisar num palco famoso como o do Programa Raul Gil, em rede nacional, faz bater em você aquele "friozinho na barriga" ?
R: Sempre! Rs... principalmente pelo fato de estar sendo avaliada, acho que isso principalmente é o que mais mexe comigo! Fico nervosa sempre!

Antes do Programa Raul Gil, você já tinha participado de algum outro concurso de música ?
R: Já sim! Participo de festivais musicais desde os 8 anos. Mas nesse nível partirei apenas do gente inocente em 2001, do ídolos onde fiquei entre os 80 colocados, e logo após fui desclassificada em 2008, e agora no Raul Gil.

Em que locais você costuma realizar shows ?
R: Já cantei muito em bares, boates, casamentos, festas, shows de prefeitura, corporativos. Atualmente canto no Bar Brahma, tradicional na Ipiranga com São João, em São Paulo e continuo fazendo corporativos no resto do país.

Realiza shows em pareceria com algum ou alguns artistas famosos ?
R: Sim. Atualmente com o Toquinho! Já estivemos na Colômbia, São Paulo, agora Ilhabela, Recife, Natal, Salvador e provavelmente Itália no meio do ano.

Gostaria de acrescentar algo, além do que foi perguntado ?
R: Sim! É sempre uma satisfação responder a perguntas interessantes. Agradeço por seu carinho e peço perdão pela demora nas respostas! 🙏🏼



Bate-Bola com Camilla 
Faustino



Maior alegria ? Proporcionar alegria

 Gratidão eterna ? À minha família por sempre estar ao meu lado e me apoiar!

Surpresa inesquecível ? Várias! A mais atual, participar do programa Raul Gil e conquistar tudo o que venho conquistando

Grata recordação ? A forma como fui convidada para participar desse programa. Meu telefone tocou quando eu agradecia pela benção que ainda não tinha recebido.

Momento mágico?  Todos esses que eu estou vivendo hoje!

Sonho realizado? Poder cantar e tocar as pessoas

Sonho a realizar ?  Carreira musical consolidada nacionalmente

Superstição?  Tudo o que que vier pra me abençoar e trazer sorte eu acredito!

Cor preferida ? Amo cores! Especialmente o azul celeste! Aquele azul entre o por do sol e a escuridão da noite

Prato preferido ? Amo comer Tb.. tudo! Mas eu adoro rabada com arroz, e o quiabo e pequi! Salivei!!

Esporte que aprecia ? Não sou fanática, mas curto futebol!  E também alguns tipos de lutas, como jiu jitsu.

Esporte que pratica? Quero poder praticar mais, mas Tb gosto de futebol, natação, pedal, montaria... artes marciais. E comer, claro.

Número de sorte ? Eu nasci no dia 09, mas não sei porque cargas d'Água tenho um lance com o 08.

Principal Hobby ? Filmes!! Amo filmes... sempre!!

Time do coração? Não tenho times do coração, mas adoro os que ganham! Rs

Gênero musical? Música popular brasileira e aqueles clássicos internacionais dos anos 80 e 90

Cantor ?  Gonzaguinha

Cantora ?  Marisa Monte

Ator ou atriz?  Gloria Pires

Melhor filme?  Pergunta ultra difícil, mas: intocáveis, comer/rezar/amar, Erin Brockovich, Orgulho e Preconceito... eu amo!!

Melhor livro ? Puxada também, mas também adoro o Orgulho e Preconceito da Jane Austen

Personalidade mundial? Freud

Personalidade brasileira? Senna

Projetos ? Sempre tenho vários. A princípio acabar o programa e depois analisar propostas que já estão surgindo de agenciamento e outros trabalhos na televisão! 


Considerações finais 

    Achei essa entrevista o máximo! Agradeço pelas perguntas e pela paciência! Pelo carinho e consideração com o que faço!!! Estou sempre à disposição! 🙏🏼😊

Contatos e Redes Sociais 
  
 
E-MAIL: <pimentinhafaustino@icloud.com>
TWITTER: Camilla Faustino (@KmillaFaustino) | Twitter
FACEBOOk: Camilla Fausino Pimentinha
INSTAGRAM: Camilla Faustino 
 
Vídeos com  Interpretações de Camilla Faustino

- O Bêbado e o  Equilibrista
- Cavalgada
- Fascinação  
- Força Estranha
- Eu Quero Botar  Meu Bloco na Rua 
- Você Me Vira a Cabeça 
- Explode Coração 
- Romaria 
- Gracias a La Vida 
- Não Deixe o Samba Morrer
- O Amanhã
                  

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

CRÔNICAS - Um história dos anos 60 num almoço em família

           Nova Jersey, quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

    Uma História dos Anos 60 Num Almoço em Família
               Lino Tavares
       
    Os que viveram os anos dourados da música pop, nas décadas de 1960 e 1970,  e os mais jovens que apreciam os clássicos musicais daquela época devem lembrar daquele famoso rock "Era Um Garoto Que Como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones", gravado em 1967 pela banda "Os Incríveis". A música, versão em português da canção italiana C'era un regazzo che come me amava i Beatles e i Rolling Stones,  de Gianni Morandi e Franco Migliacci (1966), fala a respeito de um imaginado jovem guitarrista americano convocado para o conflito do Vietnã, tendo que abrir mão da arte musical e da convivência dos amigos, para viver como soldado os horrores daquela guerra no país asiático.     
    Mesmo tratando-se de uma ficção, alguns criticavam o autor da letra em relação à parte que diz "Mas uma carta sem esperar... Da sua guitarra, o separou... Fora chamado na América". Faziam isso baseados na forma de convocação feita pelas Forças Armadas Brasileiras, que como sabemos passa por um processo mais complexo do que mandar uma simples carta a um jovem, convocando-o diretamente para o campo de batalha. Ocorre que tais críticos ignoravam que nos Estados Unidos qualquer cidadão, independente de ser ou não reservista das Forças Armadas, pode ser convocado para a guerra, da forma direta e simplificada, como narra a referida canção.                   
     Tive certeza disso por ocasião de um almoço em família, realizado dia 8 deste mês,  quando eu e minha esposa Tânia recepcionamos em nossa residência o casal de amigos. acompanhado de familiares,  Curtis Steves e senhora Nair Steves (foto - sentados), residente em Las Vegas, no estado americano de Nevada. Ele é americano e veterano da Guerra do Vietnã. Ela é  natural de Alegrete-RS, ligada ao magistério estadual. Curtis Steves foi convocado para a Guerra do Vietnã, de forma surpreendente, por agentes do governo, em plena sala de aula na escola onde cursava o segundo grau, sendo ainda muito jovem e sem ter prestado o serviço militar. No contingente em que foi incorporado, recebeu treinamentos para atuar nos trabalhos de manutenção de helicópteros de guerra, tarefa que não lhe impediu de presenciar capítulos sangrentos do conflito, acerca dos quais - como diz - prefere não comentar e sequer lembrar. Depois de deixar os campos de batalho do Vietnã, Steves foi enviado para o estado do Hawaí, para atuar durante dois anos no serviço secreto do Exército americano.    

    Como se vê, a história do veterano de guerra americano que nos concedeu o prazer dessa visita é uma comprovação de que o autor da emocionante canção gravada por "Os Incríveis" na Era Jovem Guarda não estava inventando nada, no que diz respeito à forma de convocação do imaginado guitarrista, que se viu obrigado, de um momento para outro, a não tocar mais a sua guitarra e sim um instrumento que sempre dá a mesma nota, ra-tá-tá-tá, conforme diz na letra da canção. Além do casal Steves, prestigiaram a especial ocasião as jovens familiares Helena da Rosa, Emily Fonseca e Ala Lamor.
      
  Veja a interpretação original em italiano de Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Hollng Stones e na versão em português

                English version
                                            
A History of the 60's in a Family Lunch      
        
      Lino Tavares
    
 

    Tose who lived the golden years of pop music in the 1960s and 1970s and the younger ones who appreciate the musical classics of that era must remember that famous rock "It Was A Boy Who Loved The Beatles And The Rolling Stones", recorded In 1967 by the band "The Incredibles". The song, a Portuguese version of the Italian song C'era un regazzo che come me loved the Beatles and Rolling Stones, by Gianni Morandi and Franco Migliacci (1966), talks about an imagined young American guitarist summoned to the conflict in Vietnam, Having to give up the musical art and the coexistence of friends, to live as a soldier the horrors of that war in the Asian country.
    
Even if it was a fiction, some criticized the author of the lyrics in relation to the part that says "But a letter without waiting ... From his guitar, he separated ... He was called in America." They did this based on the form of convocation made by the Brazilian Armed Forces, which as we know goes through a more complex process than sending a simple letter to a young man, summoning him directly to the battlefield. It occurs that such critics were unaware that in the United States any citizen, regardless of whether or not he is a reservist of the Armed Forces, can be summoned to the war, in a direct and simplified way, as the said song recounts.
   
I was sure of this on the occasion of a family lunch, held on the 8th of this month, when my wife and I, Tânia, welcomed the couple of friends in our residence. Accompanied by family members, Curtis Steves and Ms. Nair Steves, a resident of Las Vegas, Nevada. He is an American and a Vietnam War veteran. She is a native of Alegrete-RS, linked to the state magisterium. Curtis Steves was summoned to the Vietnam War, surprisingly, by government agents, in the middle of the classroom at his high school, still very young and without having served in the military. In the contingent in which he was incorporated, he received training to work in the maintenance of war helicopters, a task that did not prevent him from witnessing bloody chapters of the conflict, about which - as he says - he prefers not to comment or even to remember. After leaving the battlefields of Vietnam, Steves was sent to Hawaii to serve for two years in the US Army's secret service.
   
As you can see, the story of the American war veteran who gave us the pleasure of this visit is proof that the author of the thrilling song recorded by "The Incredibles" in the Young Guard Era was not inventing anything, Summoning the imagined guitarist, who was forced, from one moment to another, not to play his guitar anymore, but an instrument that always gives the same note, ra-tá-tá-tá, as it says in the lyrics of the song. In addition to the Steves couple, the young family Helena da Rosa, Emily Fonseca and Ala Lamor were the special guests.

    See the original interpretation in Italian of He was a boy who as I loved the Beatles and the Hollng Stones and in the Portuguese version